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    Nome global


    Sucesso no Brasil, Onix vai virar marca para vender em outros países

    A trajetória ascendente do compacto da Chevrolet despertou a atenção da cúpula da General Motors nos Estados Unidos. A marca vai para à China e outros países.

    Chevrolet Onix é sucesso há quatro anos no Brasil | Foto: Divulgação

    Carro mais vendido no Brasil há mais de quatro anos e também o primeiro da América do Sul, o Onix se transformará em marca para ser comercializado em outros países, como na China, o maior mercado global, com mais de 27 milhões de veículos emplacados no ano passado. A trajetória ascendente do compacto da Chevrolet despertou a atenção da cúpula da General Motors nos Estados Unidos.

    “O nome Onix estará em modelos da nova família de carros globais da Chevrolet, que terão características específicas de acordo com as preferências dos clientes em cada mercado. O objetivo é projetar em âmbito mundial a expressão de sucesso do Onix alcançada regionalmente”, disse Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul.

    Desenvolvido e produzido no Complexo de Gravataí (RS), o Onix é o compacto de maior projeção comercial da Chevrolet, com quase 250 mil unidades emplacadas em 2018, posicionando o modelo no ranking dos 10 mais vendidos do segmento no mundo. Os primeiros modelos da nova família global de veículos de alto volume da GM estreiam neste ano, começando pela China, para otimizar o portfólio atual e contribuir para que a empresa expanda seus negócios em mercados estratégicos.

    Caçamba segura

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    O Cesvi Argentina conferiu o prêmio “Crash Test” na categoria picape à Fiat Toro, reconhecendo “a melhor relação preço-segurança no seu segmento e um destacado comportamento estrutural para proteger todos os ocupantes”.

    A Toro é a única picape com sete airbags: frontais, laterais dianteiros, de cortina para ambos os lados e de joelhos para o motorista. Antes que as bolsas de segurança entrem em ação, uma série de assistentes podem atuar para evitar o choque ou o capotamento.

    A picape da Fiat disponível na Argentina é equipada com vários dispositivos para aumentar a segurança, como o Assistente à Frenagem de Emergência, o Controle Eletrônico de Estabilidade e de Tração, a Distribuição Eletrônica de Frenagem e o Hill Holder (sistema ativo do freio com controle eletrônico que auxilia nas arrancadas do veículo em subida). Nas provas de impacto do Latin NCAP, a Toro ganhou quatro estrelas em proteção de adultos (29,40 pontos de 34 possíveis) e de crianças (36,90 pontos de 49 possíveis).

    Premiação à francesa

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    A Peugeot teve dois modelos premiados no último Salão de Genebra, realizado no início de março. O 3008 Hybrid4 ganhou o troféu de melhor “Carro Verde” e o 508 Sport Engineered foi escolhido como o “Concept Car” da mostra suíça. Com tecnologia híbrida-recarregável a gasolina, o 3008 no modo Sport disponibiliza até 300 cavalos de potência, com tração integral.

    O crossover começará a ser vendido na Europa no final deste ano, sem previsão para chegar ao Brasil. Com tecnologia plug-in híbrida, o 508 Sport Engineered desenvolve 400 cavalos de potência com emissões de apenas 49g de CO2 por quilômetro. 

    Joia centenária

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    Com a aproximação do centenário da Zagato, famosa marca italiana especializada na construção e no desenho de carrocerias de automóveis, a Aston Martin apresenta o Zagato DBS GT. Tomando o mais potente carro de produção em série da marca britânica, o DBS Superleggera, como ponto de partida, o Zagato DBS GT incorpora a próxima evolução na linguagem de design da Aston Martin Zagato.

    O impressionante superesportivo integra a Coleção Centenária DBZ e terá preço de 6 milhões de euros (cerca de R$ 25,5 milhões), com as primeiras unidades sendo entregues ainda este ano. O Zagato DBS GT será equipado com o motor 5.2 sobrealimentado com 725 cavalos de potência e 91 kgfm de torque.

    Em pré-venda

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    A Jeep acaba de colocar em pré-venda a nova série Compass S, equipada com motor 2.0 turbodiesel de 170 cavalos, acoplado ao câmbio automático de 9 velocidades e à tração integral. O preço sugerido é de R$ 187.990, e quem reservar um exemplar na pré-venda ganhará uma mochila personalizada do modelo, da marca Jeep Gear. O interessado deve dar um sinal de R$ 5 mil por meio do site https://compass-s.jeep.com.br/prevenda.html. As entregas se iniciam no próximo mês.

    O Compass S tem como maior destaque a sua lista de itens de série como recursos de condução autônoma, controle adaptativo de velocidade, aviso de colisão frontal com frenagem automática, monitoramento de mudança de faixa com correção ativa (Lane Sense) e de ponto cego, controle automático de farol alto, banco do motorista elétrico e oito posições, partida remota, sistema de som Beats de 506 Watts com oito alto-falantes e subwoofer, tampa do porta-malas com abertura e fechamento elétricos e estacionamento semiautomático (Park Assist), que já equipa as versões Limited e Trailhawk. O Compass S estará disponível nas cores Branco Polar ou Deep Brown (exclusiva na linha do modelo).

    Dois estilos

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    A Porsche promove um novo segmento de veículos com a estreia mundial do Cayenne Coupé, ampliando a gama da terceira geração de seu SUV mais vendido no planeta. O utilitário esportivo-cupê terá duas variantes de motor, associadas à transmissão automática de 8 marchas com conversor de torque e à tração integral: um 3.0 turbo de seis cilindros com 340 cavalos de potência e um 4.0 V8 também turbo de 550 cavalos.

    Com o primeiro, o carro acelera de zero a 100 km/h em 6 segundos e pode chegar a 243 km/h. Com o segundo, o SUV-cupê chega a 100 km/h em 3,9 segundos e a 286 km/h. Naturalmente, as mudanças estéticas em relação ao Cayenne “normal” estão na traseira, projetada exclusivamente para o modelo, com spoiler adaptável, banco de trás com dois assentos individuais, dois tipos de teto, um panorâmico de vidro fixo como padrão e outro de carbono, opcional.

    A linha do teto cai de forma acentuada rumo à traseira e faz o veículo parecer mais dinâmico, o posicionando visualmente como um modelo genuinamente esportivo. Desde o lançamento, em 2002, o Cayenne tem sido o modelo da Porsche mais popular em um mundo de pessoas com conta bancária volumosa. Até o momento, 864.200 unidades foram vendidas, o equivalente a 50 mil carros por ano, em média.

    No rastro da Fórmula-1

    O primeiro protótipo de fibra de carbono MonoCell, a futura plataforma dos carros da McLaren Automotive, foi enviado do novo centro de desenvolvimento e produção de Yorkshire para o McLaren Production Center (MPC) em Surrey, ambos na Inglaterra.

    O novo local de pesquisas da empresa foi inaugurado no ano passado pelo Príncipe William e sua mulher, Kate Middleton (os Duques de Cambridge), e por Salman bin Hamad Al Khalifa, príncipe herdeiro do Bahrein, e custou 50 milhões de libras esterlinas, aproximadamente, R$ 250 milhões.

    A McLaren pretende ganhar a corrida automotiva em busca do “emagrecimento”, um ponto cada vez mais importante à medida em que os veículos se movem em direção a motorizações híbridas, geralmente, mais pesadas. Todos os esportivos e supercarros da McLaren serão híbridos até 2024.

    Sempre é bom lembrar que a McLaren introduziu a fibra de carbono na construção dos carros da Fórmula-1, no início dos anos 80. Em seguida, a equipe foi “copiada” por todas as demais, assim como pelas principais categorias do automobilismo mundial.

    Na alça de mira

    Com um rombo de caixa na casa dos 700 milhões de euros (quase R$ 3 bilhões) por ano, segundo o jornal alemão “Haldelsblatt”, a Daimler cogita encerrar a trajetória da Smart. Apesar de a fabricante de Stuttgart não confirmar, analistas econômicos da publicação estimam que os prejuízos com o microcarro cheguem a muitos bilhões de euros desde sua criação, em 1998.

    Conforme o “Haldelsblatt”, Ola Kallenius, novo CEO da Daimler (que também controla a Mercedes-Benz) e sucessor do midiático Dieter Zetsche, não terá qualquer escrúpulo para dar fim à produção do Smart Fortwo por não ter simpatia pelo carro de apenas dois lugares.

    O cenário ficou ainda mais obscuro depois da decisão de transformar a Smart em uma marca exclusivamente de mobilidade urbana elétrica, o que teria aumentado os prejuízos geometricamente. A crise está encaminhando também o final da parceria da Renault com a Smart para desenvolvimento em conjunto dos modelos Twingo e Forfour elétricos.

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