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    Estética íntima


    Estética íntima: conheça mitos e verdades

    Procedimentos crescem em popularidade e conquistam cada vez mais adeptas no Brasil

    São vários os tratamentos estéticos e plásticos que permitem a transformação física que a pessoa deseja | Foto: Divulgação/Ana Luiza Barros

    A idealização do belo é antiga, remonta da época romana e nos persegue até os dias atuais. Sendo um conceito pessoal e social, a beleza é mutável e com o avanço da ciência tornou-se cada vez mais alcançável. São vários os tratamentos estéticos e plásticos que permitem a transformação física que a pessoa deseja; da cabeça aos pés, quase tudo pode ser transformado.

    Uma nova especialização dos procedimentos estéticos é na região íntima feminina. Prática recente e em crescimento, os procedimentos trazem, além dos benefícios estéticos, melhoras na saúde física e psicológica. 

    São diversos procedimentos que rejuvenescem, clareiam, ajudam com incontinência urinária e combatem a flacidez. Adriana Lopes, ginecologista e obstetra e uma das profissionais brasileira que atua em procedimentos de estética íntima, explica que a modalidade traz diversos benefícios, “um resultado muito importante dos procedimentos é o impacto na autoestima. Poder mudar aquilo que era motivo de embaraço é muito bom e a pessoa se sente mais confiante”.

    Segundo ela, principalmente pelo assunto ser recente e ainda um tabu para muitas mulheres, o principal problema é a desinformação. “Muitas mulheres desconhecem que existem procedimentos que transformam sua qualidade de vida íntima”, afirma Adriana.

    Afinal, o que é verdade ou não sobre a estética íntima? 

    Cada caso é um caso: diferente de casos da estética de face, por exemplo, a área íntima tem indicações precisas. Cada procedimento atua em cada problema ou queixa da mulher. Não são feitos pacotes estéticos, é um procedimento muito individualizado.

    Expectativas: é necessário entender que cada paciente tem uma necessidade, indicação e terá um resultado. É importante que o profissional médico saiba lidar com as expectativas das pacientes, explicando como os procedimentos funcionam e para quais situações são indicados.

    Menor invasão: é fato que os procedimentos de rejuvenescimento vaginal são menos invasivos que as cirurgias. Em alguns casos, eles podem evitar que a paciente passe por uma cirurgia quando usados de forma preventiva. Como por exemplo, o laser que é indicado para mulheres com incontinência urinária de grau leve - casos em que a paciente faz alguma atividade física como jump e perde urina, por exemplo.

    Em situações de flacidez de períneo, o laser aumenta o tônus muscular auxiliando na queixa, já o pós-cirúrgico pode causar cicatrizes que ocasionam desconforto na hora da relação sexual ou ainda fibrose, se não há lubrificação.

    Prazo de validade: todos os procedimentos têm prazo de validade. Para obtenção do resultado desejado são necessárias sessões de manutenção.

    Empoderamento e melhora de autoestima: O tratamento de rejuvenescimento íntimo proporciona mais segurança à mulher e a consequência é o empoderamento. Embora atualmente o assunto esteja mais em voga, temas ligados à vagina e ao sexo ainda são tabu.

    Algumas mulheres têm vergonha do parceiro ou parceira, não acendem a luz, por exemplo, ou sentem desconforto em todas as relações e entendem essas situações como normais, mas hoje existem procedimentos que auxiliam no resgate da autoestima.

    Melhora vida sexual: sim! Os procedimentos podem corrigir casos como secura vaginal e vaginismo, quando as mulheres sentem muita dor nas relações.

    Impacto direto na autoestima: Algumas queixas femininas dizem respeito à flacidez de vagina - principalmente em mulheres pós-parto, pré-menopausa e menopausadas - e ocasionam situações de baixa autoestima.

    As próprias alterações de cor de vagina ou virilha podem causar constrangimentos a algumas mulheres. Situações que podem ser tratadas com os procedimentos estéticos íntimos.

    Botox é o mesmo da face: sim, o botox utilizado na estética íntima é o mesmo usado em face. Ele é aplicado no início da vagina, paralisando e relaxando músculo, em casos de vaginismo – quando a mulher tem dor na relação.

    Laser é indolor: sim, neste procedimento a mulher não sente dor. Ele é indicado para incontinência urinária de grau leve, secura vaginal e flacidez. Trabalha musculatura e colágeno da vagina.

    Corrige prolapso de vagina ou de bexiga: Os procedimentos da estética íntima não são indicados para estes casos – conhecidos como bexiga caída - que necessitam de intervenção cirúrgica.

    Devolve a sensação de virgindade: Algumas mulheres com queixa de flacidez vaginal procuram o procedimento com laser buscando ter sensação de uma vagina que nunca teve filho ou que nunca teve relação sexual, mas isso não é real.

    *Com informações da assessoria

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