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    Notas de Contexto


    Quanto vale a Floresta Amazônica, questiona senador Plínio Valério

    Quanto vale uma floresta tropical como a nossa preservada para o mundo? A pergunta foi feita na tribuna do Senado pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM) ao lamentar, em Plenário, o que chamou de preconceito e ignorância de jornalistas, políticos e economistas em relação aos incentivos fiscais concedidos à ZFM

    Do ponto de vista econômico, sou um liberal –, disse Marcelo Ramos ao Estadão | Foto: Divulgação

    Quanto custa a floresta?

    — Quanto vale uma floresta tropical como a nossa preservada para o mundo? A pergunta foi feita na tribuna do Senado pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM) ao lamentar, em Plenário, o que chamou de preconceito e ignorância de jornalistas, políticos e economistas em relação aos incentivos fiscais concedidos à Zona Franca de Manaus.

    É pouco

    O senador citou a Receita Federal do Brasil, de 2017, para mostrar que o Amazonas pagou R$ 13,9 bilhões em impostos, mas recebeu, por meio de transferência, apenas R$ 7,5 bilhões.

    500 mil empregos

    Na avaliação de Plínio, a Zona Franca de Manaus foi e continua sendo a única política da União favorável ao Estado, que é responsável pela geração de 84 mil empregos diretos, 500 mil indiretos, além da preservação de 97% da floresta no Amazonas.

    Ora, ora, Paulo Guedes!

    Valério criticou, ainda, o ministro da Economia, Paulo Guedes, que, segundo ele, indica o Pólo de Manaus como responsável pela crise fiscal do Brasil.

    — O Amazonas recebe muito pouco incentivo quando se compara esse valor ao que é arrecadado pela União na própria Zona Franca de Manaus. Quanto o mundo pagaria para restabelecer uma floresta devastada? Incalculável. E vem o ministro me falar de números.

    Memórias de um ex-comunista”

    Escolhido pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para presidir a Comissão Especial que vai analisar o mérito da proposta da reforma da Previdência, o deputado Marcelo Ramos (PR-AM) começou sua carreira política no PCdoB, mas hoje se define como “liberal de centro”.

    — Fiz uma releitura ideológica. Hoje sou um político de centro. Do ponto de vista econômico, sou um liberal –, disse o parlamentar ao Estadão.

    Dupla do barulho

    Aos 45 anos, Ramos iniciou sua militância em 1991 no grêmio de sua escola e logo chamou a atenção da União da Juventude Socialista, braço do PCdoB.

    Ao lado do ex-senador Lindbergh Farias, ele ajudou a reorganizar a entidade.

    De carteirinha

    Ramos foi eleito vereador pelo PCdoB em Manaus no ano 2000.

    Depois migrou para o PSB e, a pedido de Eduardo Campos e Marina Silva, disputou o Governo do Amazonas em 2014, chegando ao segundo turno.

    Bolsonaro fala demais

    Para Ramos, com exceção do Ministério da Economia, que “tem uma visão clara de projetos e propostas para o Brasil”, o governo federal não tem planos concretos.

    — Se Bolsonaro falar menos sobre a reforma até ela ser aprovada, vai ajudar bastante –, comentou.

    Olho no IPVA

    Atenção donos de veículos com placa final 2.

    O prazo para pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotores acaba nesta terça-feira (30).

    Nem sabem

    — Muita gente ainda desconhece as vantagens do pagamento antecipado do IPVA, que dá descontos de até 10%, assim como o desconto da Lei do Bom Condutor, que pode chegar a 20% –, disse o Secretário de Estado de Fazenda, Alex del Giglio.

    Lucélia vem aí

    A atriz Lucélia Santos aterrissa em Manaus dia 3 de maio para participar do seminário “Manaus em Debate 2019”, promovido pelo Conselho Municipal de Cultura (Concultura), nos dias 1º, 2 e 3 de maio.

    A ex-global participa do terceiro e último dia da programação do seminário, abordando o tema “Manaus em Cena”.

    Vista por outros

    Toda a programação do evento, que este ano traz como tema “Manaus vista por outros”, será realizada na Escola Superior de Artes e Turismo (ESAT/UEA), situada na Av. Leonardo Malcher, na Praça 14 de Janeiro.

    “Não pagador de promessas”

    Está no ar uma nova ferramenta que permite a você fiscalizar e cobrar promessas de campanha de políticos.

    “O não pagador de promessas” é uma plataforma que lembra aos governantes e à população os compromissos assumidos pelos candidatos para se elegerem.

    Olho no político

    Pela ferramenta, lançada pelo Congresso em Foco e criada pela FCB Brasil, você poderá, além de acompanhar a execução de cada proposta, reivindicar o cumprimento daquelas que não foram executadas.

    Prometeu, cumpriu!

    A plataforma permite a você consultar as promessas feitas, Estado por Estado, de governadores, ex-governadores e prefeitos de capitais por áreas temáticas: cultura, educação, esporte, habitação, mobilidade, saúde e segurança.

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