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    Notas de Contexto


    Pesquisa aponta que professores brasileiros recebem menor salário

    A pesquisa TALIS, da OCDE revelou que os professores brasileiros são os que recebem os piores salários em um universo de 48 países avaliados.

    Os profissionais de educação brasileiros não têm diferença de salário ao longo da carreira | Foto: Malika

    Ai de ti, professor brasileiro!

    A forma como o Brasil trata seus professores – aqueles que vão educar nosso filhos e netos e prepará-los para o futuro – é triste e chega a ser revoltante.

    A pesquisa TALIS, da OCDE, divulgada na quarta-feira (19), revelou que os professores brasileiros são os que recebem os piores salários em um universo de 48 países avaliados.

    O levantamento também mostrou que, ao contrário de outros países, os profissionais de educação brasileiros não têm diferença de salário ao longo da carreira. Para comparar os salários de educadores das 48 nações, a OCDE converteu os ganhos de todos para dólares e fez o cálculo do poder de compra de cada profissional em seu país.

    Merreca

    Segundo esse cálculo, os professores brasileiros recebem um salário equivalente a US$13.971 ao ano - em torno de US$1.164 por mês –, sendo o país onde os educadores têm o menor poder de compra.

    Mirem-se no exemplo

    A Dinamarca é o local com os melhores salários, com US$42.841 anuais – o que equivale a US$ 3.570 por mês –, podendo chegar a até US$55.675 ao longo da carreira.

    Até logo

    O tom dos discursos no pequeno expediente da Câmara Municipal de Manaus (CMM) na última quarta-feira (19) foi de despedida.

    Isso porque foi o último dia de sessão antes do recesso do meio do ano. Agora, os parlamentares só voltam no dia 9 de julho.

    Furou a fila

    Por falar em CMM, também na quarta-feira (19), quando o vereador Hiram Nicolau (PSD) presidia a sessão e anunciou que o próximo a discursar na tribuna seria o vereador Cláudio Proença (PL), o também vereador Fred Mota ficou “mordido” e saltou nas tamancas.

    — Ele furou a fila. Eu já estava inscrito antes! –, protestou.

    Briga de colégio

    Fred estava com a razão.

    Proença chegou depois e já estava na fila, enquanto ele havia chegado bem antes e não havia subido à tribuna.

    Tô nem aí!

    O presidente da Mesa, Hiran Nicolau, deu uma de Pilatos e lavou as mãos.

    Olhou para os dois e sapecou:

    — Se resolvam! Não sou secretário do PL. Resolvam o problema de vocês.

    Casa da mãe Joana

    Sassá da Construção Civil (PT) subiu na tribuna para falar da investigação do Ministério Público sobre o contrato entre a Ezo Soluções Interativas e a Suhab.

    Apadrinhados

    Ao mesmo tempo em que elogiou Diego Afonso (PDT), ex-superintendente, “soltou os cachorros” em cima dos servidores da pasta.

    — É tudo vendido. Tem um monte de padrinho ali que fica guardando apartamento para afilhados. Principalmente no Viver Melhor.

    Pegou na ferida

    Fred Mota ficou irritado com a afirmação de Sassá.

    — Convido o vereador Sassá a ir no Viver Melhor comigo, porque eu estou lá há quase três anos, e posso lhe garantir que lá têm pessoas de bem.

    Chilique

    O chilique dado por Paulo Guedes e as ameaças que ele está fazendo aos deputados por não ter conseguido emplacar todo o seu plano de destruição da Previdência não foi bem recebido pelos parlamentares.

    Em particular, os integrantes da Comissão Especial da Câmara que analisa as mudanças apresentadas pelo governo na Previdência Social.

    — A comissão até está blindada –, afirmou o deputado Marcelo Ramos (PR-AM), presidente da Comissão Especial, ao comentar os ataques do ministro aos congressistas.

    Aprendiz de Pinochet

    O deputado amazonense reagiu dizendo que “só quem não gostou da proposta que fizemos foi o Guedes”.

    — Guedes precisa saber que está numa democracia. A experiência dele de vida pública foi na ditadura do Pinochet.

    Dito isso, arrematou:

    — O Parlamento tem tanta legitimidade quanto o presidente .

    Corta Dodge, corta!

    A procuradora-geral, Raquel Dodge, propôs ao Supremo dez ações diretas de inconstitucionalidade (ADIn) contra normas estaduais e distrital que permitem o pagamento de honorários advocatícios de sucumbência a procuradores dos estados e do Distrito Federal.

    Vai para os cofres!

    Em todas, o principal argumento apresentado é o de que “os honorários recolhidos pela parte vencida em processos judiciais contra os entes públicos devem ser compreendidos como receita pública, não podendo ser destinados a advogados e procuradores que atuaram nos casos”.

    Fora da mira

    O Amazonas está fora da mira da Procuradora.

    São questionadas leis estaduais aprovadas no Acre, Amapá, Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Pará, Pernambuco, Sergipe, Tocantins e DF.

    Leia mais:

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