Fonte: OpenWeather

    Blog da Cristina Monte


    Funcionários empreendedores são estratégicos nas organizações

    Ser intraempreendedor é quando o profissional, mesmo sendo funcionário, age na empresa como se fosse o dono e torna-se um observador crítico e disposto a melhorar processos e produtos

    Cristina Monte | Foto: Cristina Monte

    Há os que trabalham em empresas e os que empreendem, certo? Nem sempre! Há também os intraempreendedores, você conhece esse perfil e a importância dessa estratégia para os negócios?

    Bom, ser intraempreendedor é quando o profissional, mesmo sendo funcionário, age na empresa como se fosse o dono, ou seja, é um observador, crítico, está sempre querendo melhorar o processo, criar um produto ou mesmo reduzir custos, ou – de alguma forma – aumentar a produtividade.  

    Por um novo perfil

    Com todas as mudanças ocorrendo no planeta cada vez mais tecnológico e dinâmico é preciso que o perfil dos profissionais acompanhe essa dinâmica. E uma das propostas para esse novo profissional é que ele esteja em sintonia total com a empresa, independentemente do cargo que ocupa. É um comprometimento que vai além do salário e de tarefas cumpridas! 

    Não dá mais pra encarar o funcionário que entra às 8h, passa o dia atrás de uma mesa, e vai embora às 17h, fazendo apenas suas atividades sem se conectar com o propósito e o direcionamento do negócio.  E por que é tão importante essa participação?

    Oportunidades

    Em primeiro lugar porque a direção da empresa geralmente está com um pé no negócio e outro no mercado, ou seja, não acompanha todos os passos do dia a dia da companhia, o que limita a percepção e a criatividade em relação ao que pode ser implementado ou modificado.  Já o funcionário acompanha mais de perto a rotina e percebe os gargalos, as dificuldades e o que pode ser melhorado.

    Em segundo lugar é uma excelente oportunidade para o profissional descobrir ou testar suas habilidades de liderança e de empreendedor sem correr o risco de quem está iniciando um negócio e arca com tudo sozinho. É como se fosse um “esquenta”, que não envolve tantos riscos.

    Mas para que essa iniciativa brote nos corredores das empresas é preciso que os executivos incentivem as ideias e deem espaço para que os colaboradores tenham voz ativa e coloquem a mão na massa. Além disso, é importante que a corporação mantenha ações que aproximem os funcionários da cultura da empresa, mostrando que eles têm vez e voz no trabalho. Afinal, ainda são as pessoas que gerenciam os negócios!

    Comentários