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    Blog da Cristina Monte


    Substitua hábitos e seja melhor!

    Veja a opinião da Cristina Monte!

    Se há duas palavras que a gente tem ouvido falar muito são “mudança” e “transformação”! E no meio do olho do furacão precisamos decidir se acompanhamos ou não o ritmo dessa dinâmica. É compreensível que muitos de nós fiquemos pelo caminho sem fôlego, enquanto outros buscam incessantemente - se adaptarem a esse mundão também em estado de mudança, tornando-se pessoas melhores, mais compreensivas, fraternas, com o psicológico mais fortalecido, e prontas para viverem nesse planeta em transição acelerada. 

    Aí surgem muitas teorias, correntes, materiais e ferramentas úteis envolvendo a inteligência emocional e que nos ajudam a quebrar as tais crenças limitantes e romper nossos próprios paradigmas! É uma boa estratégia pra quem quer continuar atuante, acompanhar a dinâmica e ser protagonista do próprio destino, em meio a tantas incertezas, inseguranças e nesse ambiente instável. E como ser mais flexível e mudar sem perder o norte da vida?

    Comece e observe 

    Nunca a gente teve tanta informação! Com o acesso à internet, tornou-se possível participar de webinários, cursos gratuitos de alta ajuda, e-books, seminários e etc. e etc. e tal!

    A questão é que a quantidade de informação não contribui – efetivamente – para a mudança individual. No meu caso em particular, só compreendi que era possível romper minhas limitações se seguisse um caminho de autoconhecimento, que me levasse a substituir hábitos ruins ou negativos por bons ou positivos. Afinal, são eles – os hábitos – que nos fazem ser quem realmente somos!  O desafio é sair de um ponto para outro melhor, ter uma direção e evitar se perder com muita (des) informação, que desfoca e não leva a lugar algum. 

    Conheço muita gente que parafraseia grandes pensadores lá do início da história antiga! São frases incríveis, com um sentido de vida mais incrível ainda, porém, apesar disso, continua com os mesmos hábitos ruins e sabotadores.  Nós nos enganamos quando não mantemos um olhar crítico sobre nosso comportamento e articulamos apenas da boca pra fora!

    Por que mudar?

    Se você é o tipo de pessoa que está satisfeito com sua alimentação, mesmo estando de sobrepeso, se você está feliz nos seus relacionamentos, mesmo não mantendo boa convivência em casa ou no escritório, se você se sente bem mesmo estando devagar quase parando, enfim – então acredita que não há porque mudar! Que isso tudo é uma bobagem! Continue assim e conviva com o preço que pagará pelas consequências da sua própria limitação, ou reveja suas ações e dê o primeiro passo.  

    Entretanto, se você é um indivíduo que procura o autoconhecimento como uma forma de se lapidar, buscando conhecer-se melhor e entender os demais, já sabe que há uma jornada e tanto pela frente, que não acaba nunca e que é realmente transformadora quando, além da conscientização, colocamos em prática o que a mente e o coração vão orientando.  O resultado é uma vida com menos drama, insatisfação e fragilidades, e, mais alegria e compreensão.  

    Substituir e praticar

    E se há um modo que defina o novo nível de pensar e agir é substituindo os velhos hábitos ruins por bons. Mas, ninguém disse que isso é tão fácil assim. Também tô cansada de gente que diz que mudou, passa um mês fazendo coisas diferentes e, depois, aos poucos, volta tudo como era antes. Isso porque não houve uma mudança de mindset. Para mudar é preciso disciplina, força de vontade e ações! É preciso caminhar devagar e sempre! Substituindo a comida gordurosa por outra mais saudável, mudar a forma como trata o chefe ou um membro da família, é ser humilde e perceber que a mudança é para um aperfeiçoamento físico ou mental, que envolve caráter, ética, responsabilidade, gentileza e mais. 

    Hábitos do bem

    Não dá pra listar todos os bons hábitos aqui, mas dá pra gente pensar em alguns que nos ajudem a perceber que quando substituídos, a vida fica mais colorida, mais leve, e o mais legal é que essa mudança impacta em todos os ambientes em que convivemos. 

    Então quando um hábito ruim quiser aparecer, vá substituindo por outro positivo! Se você é daqueles que vivem com a cara amarrada, não pode esperar receber sorrisos, então desmancha a cara feia e substitua por um sorrisinho. Se você não fala “bom dia”, “boa tarde”, seja pra quem for, independentemente do cargo ou nível social da pessoa que está cruzando seu caminho, hoje você pode começar a ser gentil.

    Se você é egoísta e só pensa no seu bem, comece a dar passagem no trânsito, na abertura da porta do elevador, segure a porta quando alguém estiver carregando uma criança ou um pacote, afinal não estamos sozinhos no planeta. Procure diminuir o estresse, substitua algum período de tempo para fazer algo que te faça bem: ler um livro, caminhar, nadar, comer um doce, passear com o cachorro, por exemplo. 

    O importante é se mover prazerosamente. Evite discussões que só desgastam relacionamentos. Quando a língua quiser falar, se cale! Afaste-se de pessoas tóxicas. É importante lembrar que essa transformação interna é libertadora, pois – com nova lente – o externo ganha outro significado e mesmo com tudo em transição, o nosso interno encontra um porto seguro e se sente mais fortalecido para os desafios da vida!

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