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    Terror na zona Oeste


    Chacina no Compensa: Morre quarta pessoa baleada

    Talisson dos Santos de Souza, de 22 anos, morreu minutos depois de dar entrada no HPS João Lúcio. Outras três pessoas também foram executadas

     

    As vítimas foram perseguidas e mortas
    As vítimas foram perseguidas e mortas | Foto: Divulgação


    Manaus - Talisson dos Santos de Souza, de 22  anos, é a quarta vítima fatal dos tiroteios que ocorreram no bairro Compensa, zona Oeste de Manaus, na tarde e noite desta quinta-feira (4). Ele foi baleado na rua Benaion e morreu minutos depois de dar entrada no Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio. Outras três pessoas foram mortas na chacina.

    Entenda o caso

    Álvaro França, de 28 anos, e Leonardo Nascimento Lima, de 25 anos, foram mortos a tiros durante um ataque ocorrido, no fim da tarde, na rua São João. Rodrigo de Oliveira Lima e Talisson dos Santos de Souza saíram correndo, mas foram perseguidos pelos atiradores. Rodrigo foi alcançado e morto a tiros na rua Manaus. Já Talisson foi baleado na rua Benaion. 

    De acordo com testemunhas, Álvaro e Léo estavam em via pública quando foram surpreendidos por criminosos encapuzados - que chegaram em um veículo ainda não identificado. Eles foram atingidos com, pelo menos, três tiros cada um. 

    Eles ainda chegaram a serem levados ao Serviço de Pronto-Atendimento (SPA) Joventina Dias, mas não resistiram aos ferimentos. Os corpos foram removidos pela equipe do Instituto Médico Legal (IML). 

    Em sequência, os atiradores saíram "caçando" os outros dois alvos - que fugiram assim que ouviram os tiros contra Álvaro e Léo. Na rua Benaion, Talisson foi baleado e ficou agonizando em via pública. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e socorreu a vítima. Minutos depois ele morreu no hospital.

    Na rua Manaus, testemunhas ouviram apenas os disparos e já avistaram Rodrigo sem vida. O óbito dele foi atestado pelo Samu e a área foi isolada pela equipe da 8ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom). 

    A motivação dos ataques ainda será investigada pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Os crimes podem ter relação com a guerra do tráfico de drogas. 

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