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    Ameaça


    Jovem de 18 anos ameaça indígenas em aldeia de Autazes e vai preso

    Ele estava com em uma espingarda calibre 20 e ameaçava indígenas da aldeia

     

    O rapaz estava ameaçando pessoas na localidade
    O rapaz estava ameaçando pessoas na localidade | Foto: Divulgação PMAM

    Autazes (AM)- No Brasil, quem utiliza arma de fogo para ameaçar ou intimidar alguém, pode pegar pena de prisão de 10 a 15 anos e multa.

    Um jovem de 18 anos foi preso neste domingo (27) após exibir arma de fogo e intimidar os moradores em uma aldeia indígena no Município de Autazes (distante 111 quilômetros de Manaus).

    Policiais militares do 9° Grupamento de Polícia Militar (GPM), integrante do 9° Batalhão de Polícia Militar (BPM), detiveram o jovem por volta das 13h30. Eles informaram que receberam a denúncia, via telefone celular, de que o rapaz estava ameaçando pessoas na localidade. 

      A equipe foi ao local e, depois de contato com o tuxaua da aldeia, encontrou o jovem em posse de uma espingarda calibre 20, com uma munição intacta.  

    Após os procedimentos policiais, o rapaz recebeu voz de prisão e com o armamento foi entregue no 39° Distrito Integrado de Polícia (DIP) de Autazes para providências.

    Ameaças e execução 

    No início deste mês, a sargento Alcileide Conceição Costa de Freitas, de 44 anos, foi morta com dois tiros na região do tórax. O principal suspeito do crime, o companheiro de trabalho dela, identificado como sargento Mário Sérgio da Silva Muca, já havia ameaçado a vítima antes do crime.

    "Abre teu olho, tu é o pior verme que existe e tu sabe o que acontece com os vermes", teria dito o suspeito à vítima, de acordo com um Boletim de Ocorrência (BO) formalizado no dia 15 de maio deste ano. 

    As ameaças e o registro policial reforçam a informação repassada por testemunhas de que os desentendimentos eram constantes. A vítima estava assumindo o serviço e o suspeito terminando o expediente quando o crime aconteceu.

    Morte após ameaças

    Dayana Cristina Rodrigues Machado, de 33 anos, foi presa em flagrante após ter matado o marido a facadas e depois ter decepado o órgão genital da vítima. O caso aconteceu em São Gonçalo, no Rio de Janeiro.

    A família e a advogada de Dayana afirmam que ela sofria agressões físicas e psicológicas por parte do ex-marido, e já havia denunciado ele à polícia.

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