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    Mortes no Compaj


    Seap confirma mortes em presídio do Amazonas neste domingo

    Há informações de mais de 7 mortos no Compaj, após uma briga generalizada entre facções em dois pavilhões

    O IML foi acionado e ainda não há um número oficial sobre quantidade de mortos
    O IML foi acionado e ainda não há um número oficial sobre quantidade de mortos | Foto: Daniel Landazuri


    Manaus - A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) confirmou, na manhã deste domingo (26), o registro de mortes dentro do regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), situado no quilômetro 8 da BR-174. Uma briga entre facções teria ocorrido dentro de dois pavilhões. 

    O secretário da Seap, tenente-coronel Marcus Vinícius de Oliveira Almeida, conversou com o Em Tempo e informou que as equipes de segurança foram acionadas e estão no presídio. O número de mortos oficial ainda não foi anunciado e deve ser passado assim que o presídio passar por uma revista. 

    "Estamos fazendo um relatório e vamos informar assim que obtivermos mais informações", relatou. 

    Uma fonte informou ao Em Tempo que o número pode ser entre 7 ou 10 mortos. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado. A Força Nacional fez uma barreira no início do ramal. Familiares já começaram a chegar no local.

    Massacre

    Em 1º dia de janeiro de 2017, o Amazonas registrou um massacre de presidiários e fuga em massa após rebelião no Compaj. Muitos dos internos foram esquartejados. A motivação para a rebelião foi desencadeada pela guerra entre facções rivais e em protesto contra a superlotação. 

    O massacre resultou na morte de 56 detentos, além da fuga de 130. Aproximadamente 200 detentos respondem na Justiça pela barbárie cometida no primeiro dia do ano de 2017, no maior presídio do Amazonas. 

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