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    Assassinato


    Preso homem que matou auxiliar de produção após discussão, em Manaus

    Romário foi assassinado na frente do próprio filho, de apenas 6 anos

    Arão foi preso em cumprimento a mandado de prisão | Foto: Josemar Antunes

    Manaus - Apontado pela polícia como o autor do assassinato do auxiliar de produção Romário de Albuquerque Cardoso, de 23 anos, Arão Alves da Silva, de 23 anos, foi preso no último domingo (28), em cumprimento a mandado de prisão preventiva. A vítima foi morta na frente do próprio filho, de apenas 6 anos.

    O crime aconteceu no dia 4 de abril de 2018, em um campo de futebol, na rua Quartzo, no bairro Tancredo Neves, Zona Leste. Romário assistia a um jogo, por volta das 17h30, quando foi atingido com quatro tiros à queima-roupa efetuados por Arão. 

    De acordo com o delegado Paulo Martins, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Arão já estava preso no sistema prisional por envolvimento em outro homicídio, ocorrido no ano de 2015. A polícia cumpriu o mandado de prisão dentro da unidade prisional.

    Delegado Paulo Martins
    Delegado Paulo Martins | Foto: Josemar Antunes

    Na época do crime, testemunhas relataram que Arão fugiu na garupa de uma motocicleta, de características não reconhecidas, conduzida por um outro homem, apontado como irmão do autor. 

    Romário ainda foi socorrido e levado por moradores ao Hospital e Pronto-Socorro (HPS) Platão Araújo, mas não resistiu aos ferimentos. 

    Discussão

    Conforme o delegado Charles Araújo, adjunto da DEHS, Romário foi morto de forma banal. Ele teve uma discussão com o assassino durante uma parte de futebol.

    Arão ficou em silêncio durante a coletiva
    Arão ficou em silêncio durante a coletiva | Foto: Josemar Antunes

    "Familiares relataram que Arão ameaçou Romário durante uma partida de futebol, mas Romário não acreditou por se tratar de uma simples partida futebolística. Entretanto, ele cumpriu a ameaça e matou o auxiliar de produção. O filho da vítima presenciou o crime", explicou. 

    Durante a coletiva de imprensa, realizada nesta terça-feira (30), Arão preferiu não comentar sobre o assassinato. Ele foi indiciado por homicídio qualificado. Ele ficará preso no Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), onde aguardará à disposição da Justiça.

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