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    Tentativa de Homicídio


    'Vovô' suspeito de cobrar propina em blitzes é baleado com 8 tiros

    Uma fonte informou ao Em Tempo que a vítima trabalhava no Núcleo Especializado em Operação de Trânsito, do Detran-AM, e estava afastada das funções devido a má conduta

    Equipes da 1ª Cicom atenderam a ocorrência
    Equipes da 1ª Cicom atenderam a ocorrência | Foto: Daniel Landazuri

    Manaus - O funcionário público Jaques da Silva Prado, de 53 anos, conhecido como “Vovô”, foi atingido com aproximadamente oito tiros no final da tarde desta terça-feira (13). O crime aconteceu na rua Itacoatiara, bairro Cachoeirinha, Zona Sul de Manaus. 

    Moradores do bairro relataram que a vítima era usuária e envolvida com o tráfico de drogas na região. “Vovô” teria sofrido o atentado por um suposto acerto de contas, mas a informação não foi confirmada pela polícia. 

    Uma fonte informou ao Em Tempo que a vítima trabalhada no Núcleo Especializado em Operação de Trânsito (Neot), do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM), mas atualmente estava suspenso das funções por suspeita de extorsão. 

    “Ele não respondia nenhum processo por tráfico, mas ele era conhecido por ser corrupto e cobrar propina nas blitzes”, disse a fonte.

    Homem foi atacado em frente de sua casa
    Homem foi atacado em frente de sua casa | Foto: Divulgação

    O crime

    Testemunhas informaram aos policiais da 1ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) que a vítima estava em frente de sua residência quando foi surpreendida por três criminosos armados. Os suspeitos chegaram no local em um carro modelo Pálio, de cor prata e placa não informada, e fizeram vários disparos contra Jaques. 

    Ainda de acordo com os policiais, a o homem foi atingido com três tiros na cabeça e cinco no tórax. Ele recebeu os primeiros socorros de funcionário do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi levado ainda com sinais vitais para o Hospital e Pronto-socorro João Lúcio, na Zona Leste. 

    O caso chamou atenção até de policiais da 1ª Cicom, que atenderam a ocorrência. O sargento Roosevelt contou que conhecia a vítima e relatou que desconhece a motivação.

    “Não tenho nada que desabone a conduta dele. Conheci ele na época que atuei no batalhão de trânsito. Apesar da área ser de intensa movimentação do tráfico de drogas, desconheço que ele tenha algum tipo de envolvimento”, disse o sargento. 

    Até às 18h40 não havia atualização sobre o estado de saúde da vítima. O Instituto Médico Legal (IML) também não havia sido acionado para nenhuma remoção de morte violenta na cidade. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil.

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