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    Crimes na zona Sul


    Jovem é morto a tiros no bairro Crespo, em Manaus

    Quatro homens chegaram ao local, em um carro não identificado, e executaram o rapaz no meio da rua

    Policiais da 7ª Cicom foram acionados para a ocorrência, mas ao cegarem ao local, Erick já estava morto
    Policiais da 7ª Cicom foram acionados para a ocorrência, mas ao cegarem ao local, Erick já estava morto | Foto: Jhonata Lobato

    Manaus - Erick Bruno Pereira dos Santos, de 18 anos, foi assassinado a tiros, na rua Boa Esperança, no bairro Crespo, zona Sul de Manaus. O crime aconteceu por volta das 19h30 desta terça-feira (13) e os suspeitos fugiram do local sem serem identificados. 

    Segundo informações, repassadas à polícia, por de moradores das proximidades, quatro homens chegaram em um carro, de modelo e placas não informadas, e executaram o rapaz a queima roupa.

    De acordo com informações do Sargento Juvenal, da 7ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), que está na frente da operação, a guarnição recebeu denúncias de tiros de arma de fogo, mas quando chegaram ao local Erick já estava morto. 

    "Ao chegarmos ao local já encontramos o rapaz abatido no chão. Testemunhas nos contaram que viram os suspeitos, mas não os conheciam aqui pelo bairro. Nossa patrulha averiguou pelas proximidades, mas ainda não localizamos", disse o sargento.

    O delegado plantonista da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Denis Pinho, esteve no local e conversou com familiares da vítima em busca de informações que devem ajudar na investigação. À reportagem do Portal Em Tempo, ele comentou as dificuldades encontradas para investigar os casos que tem acontecido na zona Sul. 

    "O crime tem assolado a zona Sul e ocorrências como essa, faz com que haja a lei do silêncio, e todos tem medo de falar o que viram ou sabem, mas isso não impedirá o nosso trabalho para solucionar esse caso", disse o delegado.

    Agentes do Departamento de Polícia Técnica-Científico (DPTC) foram acionados para fazer a perícia do crime e após os procedimentos uma equipe do Instituto Médico Legal (IML), removeu o corpo para exame de necropsia.

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