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    Encontro de Cadáver


    Corpo encontrado na Zona Leste de Manaus é de mulher desaparecida

    Segundo a Polícia Civil, a mulher estava desaparecida desde o dia 23 deste mês. Ela foi vista pela ultima vez acompanhada de um homem ainda não identificado

    A mulher estava desaparecida desde a noite do dia 23 de agosto deste ano | Foto: Divulgação

    Manaus - Com sinais de tortura, Queisiane Cardoso Braz, de 35 anos, foi encontrada morta na tarde desta quarta-feira (28). O corpo dela foi achado em estado de decomposição em um terreno, localizado na rua Hibisco, comunidade Nova Vitória, no Distrito Industrial, Zona Leste de Manaus. 

    Segundo a Polícia Civil, a mulher estava desaparecida desde a noite do dia 23 de deste mês. Ela saiu de casa, por volta das 2h, e não informou à família para onde iria.

    Uma amiga da família informou ao Portal EM TEMPO que os parentes estão abalados e relatou que Queisiane trabalhava como catadora de latinhas. Procurada pela reportagem, a mãe da vítima não quis comentar o caso. 

    Testemunhas informaram que a última vez em que foi vista, Queisiane estava em um bar, na comunidade Nova Vitória, acompanhada de um homem ainda não identificado. Desde então, os familiares não tiveram mais notícias dela.

    Os bombeiros foram acionados para fazer a remoção
    Os bombeiros foram acionados para fazer a remoção | Foto: Divulgação

    Encontro do corpo 

    Por volta das 17h desta quarta, moradores da área encontraram o corpo da mulher. Segundo a polícia, a vítima estava com as mãos amarradas para trás e parte do corpo enrolado em um saco plástico. 

    O terreno onde o corpo estava era de difícil acesso. Devido a situação, os bombeiros foram acionados para fazer a remoção.

    Conforme a polícia, pelas características, a vítima foi torturada antes de ser morta. Não há informações se ela sofreu violência sexual. 

    Uma corda de mais de 15 metros foi utilizada para puxar o cadáver do local. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML). 

    A autoria e motivação do crime devem ser investigadas pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). 

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