Fonte: OpenWeather

    Intervenção policial


    Foragido da justiça é morto a tiro ao reagir à prisão em Manaus

    O foragido apontou uma arma da direção de um dos investigadores, que reagiu e atirou no suspeito

    O caso será investigado pelo 4ºDIP
    O caso será investigado pelo 4ºDIP | Foto: Divulgação

    Manaus - Após reagir ao cumprimento de mandato de prisão, o foragido da justiça John Claiton Silva de Lima, de 24 anos, foi morto com um tiro na tarde desta quarta-feira (16). O caso aconteceu na rua Copaíba, comunidade João Paulo, bairro Jorge Teixeira, Zona Leste de Manaus. 

    De acordo com o delegado Rafael Costa e Silva, titular do 4º Distrito Integrado de Polícia (DIP), John Cleiton estava sendo procurado, há quase uma semana, por envolvimento em um assalto a uma pizzaria, na comunidade Grande Vitória. O proprietário levou imagens das câmeras de segurança à polícia, que ajudou na identificação do suspeito. 

    "Após a identificação do suspeito, passei a elaborar o mandado de prisão preventiva dele. Porém, constatamos que ele já possuía outros dois mandados de prisão preventiva em aberto, um referente a um roubo e outro por receptação. Ele também já era foragido da justiça e tinha uma ordem judicial para que ele retornasse ao sistema", explicou o delegado. 

    O foragido passou a ser monitorado. "Montamos campana no local e observamos toda a movimentação dele. O policial fez abordagem no momento que ele estava saindo de uma residência, mas ele correu. Durante a fuga, o John sacou uma arma e apontou na direção do investigador, que reagiu", disse Costa e Silva. 

    Ainda de acordo com o delegado, John Claiton foi baleado apenas com um tiro nas costas. Entretanto, ele não resistiu e morreu no local. A pistola do suspeito foi apreendida pela equipe policial. 

    O 4º DIP segue investigando o caso e deve continuar a busca pelo comparsa de John Claiton, que participou do assalto na pizzaria.

    "Foi uma intervenção policial, que acontece eventualmente, mas temos que estar preparados para isso. Nossa atividade é estressante, demanda certo cuidado e não podemos pagar o preço de errar e um policial perder a vida", justificou o delegado.  

    Comentários