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    Denúncia


    Após assedio no Instagram, menina escreve carta pedindo ajuda para PM

    A criança decidiu quebrar o silêncio e denunciar a perseguição virtual para o coordenador do Proerd, em uma escola pública de Parintins

    A aluna entregou a carta em sala de aula, durante as atividades da ação social
    A aluna entregou a carta em sala de aula, durante as atividades da ação social | Foto: Divulgação

    Parintins - Após sofrer assedio sexual na rede social Instagram, uma menina de 10 anos pediu ajuda, por meio, de uma carta manuscrita, ao coordenador do Programa Educacional de Resistência às Drogas e Violência (Proerd), do 11º Batalhão da Polícia Militar (BPM), em Parintins (a 369 quilômetros de Manaus).

    Segundo relatou a criança na carta, a perseguição virtual aconteceu quando ela estava online, na segunda-feira (21), no seu perfil do Instagram. Na correspondência, a aluna descreve que chorou muito e agora teme, pela forma desrespeitosa e constrangedora que foi assediada pelo desconhecido na rede social.

    "Agora eu me sinto estranha e insegura perto de garotos", diz trecho da carta.

    Segundo o sargento Gildo Assis,  a aluna entregou a carta em sala de aula, na última terça-feira (22), durante as atividades do Proerd, na escola onde ela estuda. O militar relatou que ao receber a cartinha da criança informou a situação ao comando do 11° BPM, que o orientou reunir com a coordenação pedagógica do educandário e também os responsáveis pela menina.

    O comandante do 11° BPM, tenente-coronel  Corrêa Júnior alerta aos pais e responsáveis quanto ao uso das mídias sociais por crianças, em razão dos riscos que elas estão expostas quando utilizam as ferramentas sem o conhecimento ou supervisão dos pais.

    O oficial destacou a relevância do trabalho desenvolvido pela PM-AM, nas escolas, através dos instrutores Proerd, pois a confiança que existe na ação social possibilitou que a menina buscasse ajuda.

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