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    Manifestação


    ‘Givancir é assassino e tem que ir para o presídio’, diz mãe de Bruno

    Familiares do jovem Bruno Guimarães de Freitas, que foi morto em um ramal na cidade de Iranduba, realizaram protesto, nesta quinta-feira (5) na cidade e pediram justiça contra Givancir Oliveira, a quem acusam pelo crime

    Familiares de Bruno durante manifestação | Foto: Suyanne Lima/Em Tempo

    Iranduba - Familiares de Bruno Guimarães de Freitas, de 23 anos, e que foi encontrado morto na semana passada, em um ramal nas proximidades de Iranduba, a 27 quilômetros de Manaus, fizeram uma manifestação na tarde desta quinta-feira (5), por volta das 16h, em frente ao prédio da 31ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), da cidade. Eles pedem que o ex-presidente do Sindicato dos Rodoviários de Manaus Givancir de Oliveira seja levado para uma penitenciária do Estado, como responsável pelo homicídio.

    Família se concentrou em frente à delegacia de Iranduba
    Família se concentrou em frente à delegacia de Iranduba | Foto: Suyanne Lima/Em Tempo

    A manifestação aconteceu durante coletiva de imprensa, realizada pela Polícia Civil, para apresentar o resultado do cumprimento de mandado de busca e apreensão na casa de Givancir, que resultou na prisão de cinco pessoas e na apreensão de um arsenal.

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    Delegado Geraldo Eloi
    Delegado Geraldo Eloi | Foto: Suyanne Lima/Em Tempo

    “Eu quero Justiça para o assassinato do meu filho. Ele era um jovem e tinha tudo pela frente. O Givancir é um assassino e tem que ir para um presídio. Eu temo pela vida do meu sobrinho, que é a prova viva desse crime”, disse Adriana de Freitas, que é mãe da vítima.

    Familiares de Bruno durante manifestação
    Familiares de Bruno durante manifestação | Foto: Suyanne Lima/Em Tempo

    Givancir é apontado como principal suspeito da morte de Bruno de Freitas Guimarães, que tinha 24 anos, e da tentativa de homicídio da prima de Bruno, uma mulher trans identificada como “Tchelsy”, ocorrido na tarde do último sábado (29), em Iranduba.

    Ele teve a prisão temporária decretada na última segunda-feira (2) e permanece em uma unidade policial da capital, onde deve cumprir os 30 dias de prisão.

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