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    Justiça


    Justiça condena 5 por assassinato em salão de beleza de Manaus

    Todos são acusados pela morte de João Felipe de Oliveira Martins, em 30 de agosto de 2017, em um salão de beleza no bairro Vieiralves, em Manaus. Veja quem são os acusados

    João Felipe de Oliveira Martins foi morto em seu local de trabalho a tiros de arma de fogo por Diego Sabina de Araújo | Foto: Divulgação

    Manaus - A 3ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus  condenou Géssica Alves Alho, a 18 anos de reclusão; Hadyson Rafael Bonates, a 18 anos de prisão; Alana Holanda de Freitas, a dois meses de prisão; Dione Costa dos Santos, a 18 anos;  e José Matheus da Costa Vieira, a 18 anos, pela morte de João Felipe de Oliveira Martins, em 30 de agosto de 2017, por volta de 15h40, em um salão de beleza localizado no bairro Vieiralves, em Manaus.

    Diego Sabina de Araújo que também era réu no processo teve a punibilidade extinta devido sua morte.

    Tribunal do Júri

    Em Sessão presidida pelo juiz de direito titular da 3ª Vara do Tribunal do Júri, Adonaid Abrantes de Souza Tavares, com o Ministério Público do Estado do Amazonas sendo representado pelo promotor de justiça George Pestana Vieira e seu assistente Ubiratan George Pinto de Almeida, a Sessão de julgamento  começou na quarta-feira (4) foi finalizada com a leitura da sentença nesta sexta-feira, 06, às 21h30.

    Com a condenação, o magistrado manteve a prisão dos réus, Hadyson Rafael Bonates,  Dione Costa dos Santos e José Matheus da Costa Vieira, sendo que Alana Holanda de Freitas  já cumpriu a pena.

    Prisão domiciliar

    Géssica Alves Alho também teve decretada a prisão, porém, pelo fato de ela estar amamentado um recém-nascido ficará em prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.

    O crime

    De acordo com o inquérito policial que originou a denúncia do Ministério Público do Estado do Amazonas, no dia 30 de agosto de 2017, por volta das 15h40, em um salão de beleza localizado na Rua Taraucá, n.º 05, bairro Vieiralves, em Manaus, o cabeleireiro João Felipe de Oliveira Martins foi morto em seu local de trabalho a tiros de arma de fogo por Diego Sabina de Araújo.

    Diego teria agido a mando de José Matheus da Costa Vieira, que trabalhaba para ele no tráfico de drogas. 

    Matheus teria encomendado a morte da vítima para assegurar a impunidade pelo homicídio de Cristine Martins da Silva, ocorrido em 2011, pois o mesmo era acusado de matar Cristine no terminal de ônibus do Mauazinho. Cristine Martins da Silva era irmã de João Felipe de Oliveira Martins, sendo que este era testemunha na ação penal que apura a morte da irmã.

    Com a eliminação de João Felipe, que era testemunha chave no processo da morte da irmã, Matheus acreditava que pudesse ser absolvido.

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