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    Protesto


    Acadêmicos da UFAM anunciam protesto contra corte de verbas

    O ato será realizado nesta quarta-feira (15) na praça da Saudade às 15h, no Centro de Manaus e vai contar com a presença de professores e alunos da rede estadual, municipal, institutos federais, além de associações e sindicatos

    De acordo com a acadêmica, Fernanda Fernandes, que representa os estudantes no comando de greve, as mobilizações para o ato principal vão iniciar pela manhã no Campus Universitário
    De acordo com a acadêmica, Fernanda Fernandes, que representa os estudantes no comando de greve, as mobilizações para o ato principal vão iniciar pela manhã no Campus Universitário | Foto: Izaías Godinho

    Manaus - Na manhã desta terça-feira (14) os acadêmicos e professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) se reuniram para anunciar a realização do "Manifesto Em Defesa da Educação Pública", que tem como objetivo protestar contra o corte orçamentário no ensino superior, promovido pelo governo Bolsonaro.

    O anúncio foi realizado em coletiva de imprensa na Associação dos docentes da Ufam (ADUA), localizada na avenida Rodrigo Otávio, Zona Sul de Manaus.

    O ato será realizado nesta quarta-feira (15) na praça da Saudade, às 15h, no Centro de Manaus e vai contar com a presença de professores e alunos da rede estadual, municipal, institutos federais, além de associações e sindicatos. "Decidimos realizar diferentes tipos de atividades, devido aos ataques da educação. Convidamos toda a população, que esteja interessada na saúde da educação pública, a participar conosco " afirmou o presidente da associação dos docentes da UFAM (Adua), professor Marcelo Vallina.

    De acordo com a acadêmica, Fernanda Fernandes, que representa os estudantes no comando de greve, as mobilizações para o ato principal vão iniciar pela manhã no Campus Universitário. "Amanhã às 7h, estaremos fazendo um ato aqui na Ufam, no 'Bosque da Resistência', e depois seguiremos para o ato unificado a tarde", afirmou, acrescentando que o congelamento de R$38 milhões na Universidade, vai prejudicar os serviços de água, luz, além de pesquisas acadêmicas.

    Resposta:

    Em nota ao Portal Em Tempo , o presidente estadual do Partido Social Liberal (PSL), deputado federal Pablo Oliva, afirma que não existe “corte” nas verbas da Educação, e sim um contingenciamento temporário de verbas. O mesmo contingenciamento foi aplicado a outros setores, como as Forças Armadas.

     O parlamentar disse ainda que o contingenciamento foi exclusivo às despesas cujas necessidades não foram comprovadas pelas universidades. Os demais custos e investimentos vinculados à Educação, que foram comprovados como essenciais, continuam com as verbas liberadas.

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