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    Operação 'Patrinus'


    Prefeito de Coari continua preso e MP/AM analisa material apreendido

    Prisão temporária de Adailzinho foi prorrogada por mais cinco dias. Agora, o MP/AM busca analisar material apreendido em busca domiciliar e pessoal que ocorreu em Manaus e Coari.

    Adail teve prisão temporária prorrogada por mais cinco dias. | Foto: Divulgação

    Manaus - A segunda-feira (30) começou agitada com os desdobramento da Operação 'Patrinus'. O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ/AM), por meio da desembargadora Carla Reis, acatou o pedido do Ministério Público (MP/AM) e prorrogou por mais cinco dias  a prisão temporária do prefeito de Coari, Adail Filho (PP). Também nesta data, o MP/AM iniciou o deslacre de todo material apreendido na última quinta-feira (26) em busca e apreensão, domiciliar e pessoal que ocorreu em Manaus e Coari. 

    Justiça prorroga prisão temporária

    A decisão da desembargadora Carla Reis prorroga as prisões temporárias do prefeito do município de Coari, Adail Jose Figueiredo Pinheiro; do empresário Alexsuel Rodrigues; do sargento PM e assessor do prefeito, Fernando Lima e do vereador e presidente da Câmara Municipal de Coari, Kleiton Batista.

    Os autos foram assinados nesta segunda-feira (30) pela magistrada.

    MP/AM analisa material apreendido

    O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do MP/AM, iniciou nesta segunda-feira, o deslacre de todo material apreendido durante a Operação 'Patrinus', deflagrada na última quinta-feira (26), em Manaus e Coari.

    Foram apreendidos computadores, mídias eletrônicas, aparelhos celulares e documentos que vão ser analisados com a participação posterior da Controladoria-Geral da União, órgão com o qual o MP/AM faz cooperação técnica para atuar nas investigações desta operação. O material deverá ser cuidadosamente periciado.

    O prefeito Adail Pinheiro e o Kleiton Batista, presidente da Câmara Municipal de Coari, foram ouvidos nesta segunda-feira (30). Amanhã, terça-feira (1º), serão ouvidos os outros dois envolvidos, o empresário Alexsuel Rodrigues e o sargento PM Fernando Lima, assessor do prefeito.

    “O Gaeco continuará as oitivas dos investigados. Além disso vamos continuar a cerimônia de deslacre do material apreendido para que possamos iniciar a análise de todo material que foi objeto de busca e apreensão. O objetivo é principalmente entender como funcionava a organização criminosa e proceder a individualização das condutas criminosas”, declarou o chefe das investigações da 'Patrinus”, membro do Gaeco, Promotor Cláudio Tanajura. 

    Operação 'Patrinus'

    Durante 18 meses uma força tarefa formada por pelo menos quatro Promotores de Justiça do Gaeco, em colaboração com promotores que atuam na comarca de Coari, reuniram material suficiente para sustentar os pedidos de prisão temporária, busca pessoal e de busca e apreensão, feitos pelo MP/AM e aceitos pelo TJ/AM.

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