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    Pandemia Covid-19


    Bolsonaro diz que vai incluir novas categorias em serviços essenciais

    Com o seu jeito peculiar de responder as perguntas, ao ser questionado por um jornalista sobre a sanção do projeto, o presidente desconversou. "Sansão é o marido do Dalila", afirmou.

     

    Preocupado com a economia, mesmo após a morte de mais de 10 mil pessoas no País, Bolsonaro voltou a criticar estados e municípios por medidas ligadas ao isolamento social.
    Preocupado com a economia, mesmo após a morte de mais de 10 mil pessoas no País, Bolsonaro voltou a criticar estados e municípios por medidas ligadas ao isolamento social. | Foto: Reprodução

    BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo que vai incluir novas categorias nos serviços essenciais que podem continuar funcionando em meio à pandemia do novo coronavírus. Com o seu jeito peculiar de responder as perguntas, ao  ser questionado por um jornalista sobre a sanção do projeto, o presidente desconversou. "Sansão é o marido do Dalila", afirmou.

    Preocupado com a economia, mesmo após a morte de mais de 10 mil pessoas no País, Bolsonaro voltou a criticar estados e municípios por medidas ligadas ao isolamento social. "Amanhã devo botar mais algumas profissões como essenciais aí. Eu abri. Já que os governadores e prefeitos não querem abrir, a gente vai abrindo aí". disse, ao falar com apoiadores na porta do Palácio da Alvorada.

    Na semana passada, o presidente já editou um decretado ampliando o rol de serviços essenciais, para incluir atividades e construção civil e industriais.

    Críticas do presidente

    Bolsonaro tem criticado o que considera excessos de autoridades estaduais e municipais e defende a reabertura de um maior número de estabelecimentos comerciais. O presidente também sinalizou que vai sancionar com vetos o projeto aprovado pelo Congresso de ajuda da União aos Estados e municípios. A proposta deixou várias categorias do funcionalismo de fora do congelamento de salários de servidores públicos, proposto pelo governo.

    "Como o Paulo Guedes me disse, é questão de ajustes da economia Amanhã a gente sanciona o projeto com veto e está resolvido a parte, tem tudo pra dar certo, apesar dos fechamentos por aí", disse Bolsonaro.

    Na quinta-feira, Bolsonaro já havia decretado que as atividades de construção civil e industriais também são essenciais em meio à pandemia do novo coronavírus. Até este domingo, a lista já era composta por mais de 50 ramos e atividades profissionais.

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