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    Voto impresso


    Sem indícios de fraude, Bolsonaro volta a questionar urnas eletrônicas

    Presidente apresentou propostas para a implantação do voto impresso que, na avaliação dele, é mais confiável

    A mudança custaria R$ 2,5 bilhões.
    A mudança custaria R$ 2,5 bilhões. | Foto: Reprodução

    Durante uma conversa com apoiadores nessa segunda-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a questionar a confiabilidade das urnas eletrônicas e disse desconhecer em que outra parte do mundo o sistema é utilizado. O chefe de estado acredita que o voto impresso seria mais seguro para contagem de votos. 

    “Nós temos que ter um sistema de apuração que não deixe dúvidas. É só isso. Tem que ser confiável e rápido. Não deixar margem para suposições", disse o presidente. 

    Além disso, Bolsonaro ainda citou a Proposta de Emenda Constitucional da deputada Bia Kicis (PSL-DF), que pede avolta do impresso, sendo conferido pelo eleitorado. 

    Um dos maiores impasses que rodam entorno do voto impresso é o seu custo. Conforme a estimativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a novidade, custaria R$ 2,5 bilhões.

    A mudança inclui desenvolvimento e compra de impressoras e urnas onde seriam depositadas as cédulas, além de custos com pessoal, pois demandaria mais força de trabalho a contagem dos votos em papel.

    O projeto até o momento recebeu aval da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas não avança na Casa Legislativa desde dezembro de 2019.

    *Com informações de Metrópoles

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