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    Vacinação


    Bolsonaro diz que a 'vacina é do Brasil e não de nenhum governador'

    Visivelmente contrariado com a cerimônia realizada ontem pelo governador de São Paulo João Doria (PSDB) para apresentação da vacina "Coronavac", do Instituto Butantan (SP), como o início simbólico da vacinação no País, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou na manhã desta segunda-feira (18) que a vacina é do Brasil.

     

    E a vacina é do Brasil, não é de nenhum governador, não. É do Brasil", declarou Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada, nesta manhã.
    E a vacina é do Brasil, não é de nenhum governador, não. É do Brasil", declarou Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada, nesta manhã. | Foto: Divulgação

    Brasília (DF) - Visivelmente contrariado com a cerimônia realizada ontem pelo governador de São Paulo João Doria (PSDB) para apresentação da vacina "Coronavac", do Instituto Butantan (SP), como o início simbólico da vacinação no País, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou na manhã desta segunda-feira (18) que a vacina  é do Brasil. " E a vacina é do Brasil, não é de nenhum governador, não. É do Brasil", declarou Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada, nesta manhã. 

    O próprio presidente, no entanto, já vinculou diversas vezes a CoronaVac ao governador, chamando o imunizante inclusive de "vacina chinesa do João Doria".

    CoronaVac

    A CoronaVac, fabricada e desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac, foi uma aposta do governo de São Paulo logo no começo da pandemia. Doria, que deve enfrentar Bolsonaro na eleição presidencial em 2022, tenta se antecipar ao Ministério da Saúde e, em São Paulo, acelerar o início da vacinação já a partir de hoje.

    "Desacordo com a lei"

    O ministro da saúde Eduardo Pazuello disse ontem que São Paulo estaria "em desacordo com a lei" ao promover o ato simbólico dando a largada para a vacinação. Isso porque há um contrato de aquisição de 100% dos lotes da CoronaVac pelo Ministério da Saúde. 

    Hoje pela manhã Pazuello falou novamente, prometeu iniciar a vacinação nesta tarde e minimizou a importância da primeira vacina ter sido aplicada em São Paulo.

    No ano passado Jair Bolsonaro atacou a vacina CoronaVac diversas vezes e disse que não compraria o imunizante, entrando em conflito com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Recentemente o Ministério da Saúde mudou essa decisão e afirmou que pagará por 100 milhões de doses da CoronaVac.

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