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    Se for reinfectado pela Covid, Bolsonaro indica que tomará cloroquina

    A insistente defesa de Bolsonaro pelo uso de medicamentos é um dos motivos de ataque

     

    Na segunda-feira, a AMB (Associação Médica Brasileira) afirmou que a utilização dos medicamentos hidroxicloroquina/cloroquina, ivermectina, nitazoxanida, azitromicina e colchicina deve ser banida do combate à pandemia
    Na segunda-feira, a AMB (Associação Médica Brasileira) afirmou que a utilização dos medicamentos hidroxicloroquina/cloroquina, ivermectina, nitazoxanida, azitromicina e colchicina deve ser banida do combate à pandemia | Foto: Hugo Barreto

    Em sua live semanal nesta quinta-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro indicou se for reinfectado com o coronavírus vai tomar mais uma vez a cloroquina. O remédio ainda não possui a eficácia comprovada contra a Covid-19.

    A insistente defesa de Bolsonaro pelo uso de medicamentos sem comprovação científica, como a Cloroquina e a Ivermectina, em vez de buscar desde o início as vacinas, é um dos motivos de ataque ao presidente, que recentemente parou de nomear os medicamentos após uma decisão judicial que impediu o governo de promover qualquer tratamento sem embasamento científico.

    "Não tem um medicamento certo para isso ainda de forma clara, não existe medicamento para isso, mas o médico tem alternativas e pode salvar a sua vida com essa alternativa", disse o presidente.

    Na segunda-feira, a AMB (Associação Médica Brasileira) afirmou que a utilização dos medicamentos hidroxicloroquina/cloroquina, ivermectina, nitazoxanida, azitromicina e colchicina deve ser banida do combate à pandemia, destacando que esses remédios não possuem eficácia científica comprovada no tratamento ou prevenção da covid-19.

    *R7

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