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    Eleições presidenciais


    Lula confirma candidatura contra Bolsonaro em 2022

    Lula já aparece em vantagem, de acordo com o Datafolha, o ex-presidente tem 41% das intenções de voto no primeiro turno contra 23% do oponente

     

    Jair Bolsonaro tem a pior aprovação do próprio governo registrada até agora
    Jair Bolsonaro tem a pior aprovação do próprio governo registrada até agora | Foto: Divulgação

    No início de maio, o instituto Datafolha apresentou uma rodada de pesquisas – as primeiras feitas em forma presidencial desde o início da pandemia de Covid-19– mostrando que o ex-presidente Lula bate Jair Bolsonaro por 41% a 23% das intenções de voto no primeiro turno e 55% a 32% no segundo turno das eleições presidenciais de 2022.

    Outros dados da pesquisa mostram ainda que a aprovação ao presidente chegou a 24%, pior registrada até agora, e que a maioria dos entrevistados consideram que o governo geriu mal a resposta à epidemia de Covid-19.

    E, em entrevista à revista francesa "Paris Match", Lula confirmou que participará da eleição presidencial de 2022. "Se estiver na melhor posição para vencer as eleições presidenciais e caso esteja em boa saúde, eu não hesitarei. Eu penso que fui um bom presidente", disse o petista. 

    Desde a conquista de direitos políticos, Lula priorizou as entrevistas com veículos estrangeiros acima das entrevistas com veículos nacionais. Lula também fez severas críticas ao presidente Jair Bolsonaro, especialmente sobre a atuação do Governo Federal durante a pandemia de Covid-19. O petista ainda sugeriu à CNN Internacional que o presidente dos EUA, Joe Biden, doasse vacinas ao Brasil.

    Nos últimos anos, o governo brasileiro sob o comando de Jair Bolsonaro entrou em conflito diplomáticos com vários países, incluindo a França. Para Lula, o Brasil não tem que entrar em guerra com ninguém. Em entrevista ao Paris Match, o ex-presidente defendeu a política externa de seu governo. 

    "Eu teci boas relações com a Europa, América do Sul, África, Estados Unidos, China e Rússia." Além disso, voltou a criticar a própria condenação pelo ex-juiz Sérgio Moro, reiterando que foi apenas para impedi-lo de participar das eleições gerais de 2018.

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