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    Bolsonaro desiste de cortar orçamento no MEC, dizem aliados

    Segundo membros do partido, presidente teria decidido voltar atrás nos cortes da educação.

    Presidente teria voltado atrás, dizem aliados. | Foto: Reprodução

    Brasília - Na véspera do que se desenha como a primeira grande greve do seu governo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) determinou que não haja mais cortes orçamentários no Ministério da Educação (MEC). 

    A ordem foi passada por telefone ao ministro da pasta, Abraham Weintraub, na tarde de hoje (14). Líderes de quatro siglas reunidas com o presidente no Palácio do Planalto presenciaram o telefonema e confirmaram a informação ao site UOL.

    A decisão também foi confirmada à reportagem pelo líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO). "O presidente ligou para o ministro na nossa frente e pediu para rever os cortes. O ministro tentou contra-argumentar, mas não tem conversa", afirmou Waldir.

    O deputado afirmou que não haverá redução em outras pastas para compensar o dinheiro que não será mais retirado da Educação.

    Ainda não se sabe como será feito o anúncio do recuo. Porém, existem três possibilidades aventadas:

    Um anúncio de Bolsonaro nas redes sociais

    Que o ministro Weintraub fale no plenário da Câmara amanhã 

    Que o Ministério da Educação convoque uma entrevista coletiva.

    *Colaborou Ana Carla Bermúdez, do UOL, em São Paulo.

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