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    Indústria


    Criada subcomissão para formular nova política industrial no Brasil

    De acordo com o deputado Luiz Philippe, a nova política industrial a ser elaborada com participação da sociedade, visa superar a longa série de interferências burocráticas e tributárias que eliminam a capacidade das empresas de gerar valor agregado

    Para o relator, é importante discutir a construção do novo plano | Foto: Arquivo/ Marcio Melo

    Manaus - A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviço (Cdeics) da Câmara dos Deputados passa a contar com uma subcomissão para a formulação de uma nova política voltada para estes setores. O evento de instalação e anúncio da nova subcomissão ocorreu nesta terça-feira (2).  

    A subcomissão será presidida pelo deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL), enquanto o relator será Aleixis Fonteyne (Novo/SP). Também integram o grupo, os parlamentares: Guiga Peixoto (PSL), Daniel Almeida (PCdoB), e Áureo Ribeiro (Solidariedade/RJ).

    De acordo com o deputado Luiz Philippe, a nova política industrial a ser elaborada com participação da sociedade, visa superar a longa série de interferências burocráticas e tributárias que eliminam a capacidade das empresas de gerar valor agregado, empregos e oportunidades, assim como produtos e serviços a preços competitivos.  

    “Uma nova política industrial para reavaliar nosso setor de transformação se faz necessária. Visamos uma política com menos interferência, menos burocracias e mais rentabilidade a esses, na expectativa de inserirmos a nossa economia no padrão mundial”, ressalta o parlamentar.

    Para o relator, é importante discutir a construção do novo plano no contexto da reforma tributária que tramita no Congresso Nacional. “Quando alguém empreende, isso passa a ser parte do capital social brasileiro, mas quem empreende encontra um péssimo ambiente de negócios no Brasil”, diz Alexis Fonteyne. 

    Para o presidente da Cdeics, Bosco Saraiva, a subcomissão terá a missão de reunir diferentes representantes dos setores da indústria, comércio e serviço para a elaboração de um plano de impacto. “Precisamos rediscutir a legislação atual, mas também focar na criação de uma estratégia emergencial para levar o Brasil a sair da estagnação econômica”, finaliza.

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