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    Notas de Contexto


    Presidente do PMN diz que não esteve com Amazonino Mendes

    Marcelo Amil disse que nunca falou com Amazonino nem por telefone, além de que nunca foi procurado por ele e por intermediários.

    Marcelo Amil é presidente do Partido da Mobilização Nacional (pmm)
    Marcelo Amil é presidente do Partido da Mobilização Nacional (pmm) | Foto: Divulgação

    Nunca vi o Negão

    Fonte de CONTEXTO garante que o presidente do Partido da Mobilização Nacional (PMN) no Amazonas Marcelo Amil, abriu as portas do partido para Amazonino Mendes, que foi banido do PDT, mas ele jura de pés juntos que nunca esteve com o ex-governador.

    — Tenho 36 anos e nunca esteve na presença do Negão! –, afirmou em seu pedido de direito de resposta.

    Nem por celular

    Amil disse que nunca falou com Mazoca nem por telefone, além de que nunca foi procurado por ele e por intermediários.

    — Jamais houve conversa com ele e com nenhum expoente da política local-, disse.

    Eu pra prefeito

    Amil aproveitou para anunciar que o PMN terá candidatura própria à Prefeitura de Manaus e que o partido o escolheu para a empreitada.

    — Manteremos nossa campanha distante dos figurões da política -, destacou.

    Chico é ultradireita

    Marcelo Amil, que assumiu a presidência estadual do PMN no final de julho em substituição ao vereador Chico Preto, afirmou que os diretórios dos municípios do interior passarão por um realinhamento ideológico, para se adequarem à postura de centro-esquerda da agremiação.

    — A antiga gestão era de ultradireita –, acusou.

    Galinha dos ovos de ouro

    O prefeito de Manaus é contra os garimpos na Amazônia
    O prefeito de Manaus é contra os garimpos na Amazônia | Foto: Malika

    O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), comparou a Amazônia à figura da galinha dos ovos de ouro.

    — Se explorá-la de maneira sustentável, ela nunca vai faltar!

    Arthur alertou que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) está sendo mal assessorado pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, a respeito da Amazônia e precisa ter outros interlocutores para tratar das questões da região.

    — Entendo que o presidente é mal informado por esse ministro que ele tem. O ministro Ricardo Salles não entende nada de Amazônia. Para ser ministro (do Meio Ambiente), tem que conhecer a Amazônia.

    Ouvir, antes de falar

    Virgílio, que foi ministro-chefe da secretaria-geral da Presidência no governo Fernando Henrique Cardoso, diz que Bolsonaro precisa escutar os cientistas, os militares e a sociedade local.

    — Ele precisa ouvir os conselheiros militares que ele tem. São pessoas com profundo conhecimento da região, dos índios, dos caboclos, da nossa sociedade e nossas necessidades -, aconselhou o tucano.

    Defesa dos índios

    O prefeito de Manaus é contra os garimpos na Amazônia, defende a proteção às terras indígenas e a exploração cuidadosa da biodiversidade.

    Para ele, os cortes orçamentários do governo não podem ser lineares e devem preservar os institutos de pesquisa, como o Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), e as universidades da região.

    — Não podem faltar recursos básicos para os institutos de pesquisas. É deles de que depende o desenvolvimento sustentável futuro da região -.

    Lição dos ingleses

    “A Amazônia não tem solução fora da ciência e tecnologia”.

    A afirmação foi feita pelo deputado Serafim Corrêa (PSB), durante lançamento do programa empreendedor Centelha, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

    Não aprendemos

    O deputado disse que essa é uma lição que os amazonenses deveriam ter aprendido há mais de 100 anos com os ingleses.

    — Nós dominávamos a borracha no mundo. Os ingleses vieram aqui, levaram as sementes da seringueira para Londres, estudaram, modificaram geneticamente e levaram para a Malásia.

    Maldição da seringa

    Na Malásia, lembrou Sarafa, onde o clima era propício para a seringueira, eles plantaram a seringueira em linha.

    — Com a ciência, tecnologia e inovação, eles tiveram ganhos de produtividade muito grande.

    Rotta no DEM

    O vice-prefeito de Manaus, Marcos Rotta, afirmou que recebeu convite de ACM Neto para se filiar ao DEM e que deverá disputar a eleição municipal do ano que vem pela sigla.

    ACM Neto é prefeito de Salvador (BA) e presidente nacional do DEM.

    Pula-pula

    Marcos Rotta é daqueles políticos que não sossegam.

    Vale lembrar que, em três anos, esse será o terceiro partido do vice-prefeito.

    Até 2017 estava no MDB e decidiu mudar para o PSDB, de onde saiu no ano passado após desavenças com o prefeito de Manaus, Arthur Neto.

    Crematório

    Durante a discussão do projeto de lei do vereador Everton Wanderley (PHS) que versa sobre a prática de cremação de cadáveres em Manaus, o vereador Amauri Colares (PRB) soltou uma pérola.

    Manga de cemitério

    O parlamentar disse que votaria favorável, mas lamentou porque, segundo ele, as melhores mangas são as que dão no cemitério.

    E caso a prática de cremação fosse fomentada em Manaus, as mangueiras de cemitério perderiam seu adubo principal.

    Cadeira de rodas

    Por falar em cemitério, foi aprovado o Projeto de Lei 121/2018, de autoria do vereador Hiram Nicolau (PSD), que propõe disponibilização de no mínimo três cadeiras de rodas não motorizadas nos cemitérios públicos e privados no município de Manaus para utilização de seus usuários.

    O assunto era fogo...

    No encontro promovido no Palácio do Planalto com os governadores da Amazônia, o assunto era a floresta pegando fogo, mas o presidente Bolsonaro prefere focar outro ataque à demarcação das terras indígenas.

    ... Mas sobrou para os índios!

    O presidente fez questão de questionar a cada autoridade estadual o percentual de reservas indígenas em seus estados e chamou de “irresponsabilidade” a política de demarcação adotada por governos anteriores.

    — A Amazônia foi usada politicamente desde o (presidente Fernando) Collor para cá –, disse.

    “Irresponsáveis”

    Bolsonaro chamou de irresponsáveis seus antecessores.

    — Aos que me antecederam, foi uma irresponsabilidade essa política adotada no passado, usando o índio ao inviabilizar esses estados –, ressaltou.

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