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    Pré-candidato a prefeito


    Vídeo: Félix Ferreira fala sobre trajetória e aspirações políticas

    O empresário e pré-candidato à Prefeitura de Manaus participou do programa Conversa Franca, da Web TV Em Tempo

    Félix contou suas propostas para prefeitura em 2020
    Félix contou suas propostas para prefeitura em 2020 | Foto: Reprodução

    Manaus- Em entrevista ao programa Conversa Franca da WEB TV EM TEMPO, na última segunda-feira (9), apresentado pela jornalista Tatiana Sobreira, o empresário e advogado Félix Ferreira revelou  sua trajetória de vida e suas aspirações enquanto pré-candidato a prefeito da capital.

    Félix viveu na floresta amazônica até os 10 anos de idade, se considerava um alfabeto funcional até que decidiu estudar para o vestibular de direito e vir para Manaus, onde construiu seu nome como empresário e ativista social.

    Ao ser questionado sobre a origem do interesse pelas causas sociais, ele conta que a motivação surgiu a partir de visitas a organizações filantrópicas. “Passei a entender o poder de uma associação”. No entanto, ele conta que percebeu que as pessoas envolvidas não conseguiam articular esse artificio a seu favor e daí se propôs a ajudar com a oferta de conhecimento técnico, por exemplo. Para o investidor, a capacitação é uma das medidas consideradas fundamentais para o desenvolvimento, sendo esta uma de suas propostas de mudanças enquanto governante.

    O convidado acredita que o cenário tecnológico tem revolucionado as relações de trabalho e mão de obra, uma vez que muitas atividades anteriormente exercidas por seres humanos vêm sido substituídas por computadores e robôs. E por isso tende a projetar sua visão econômica a 10 anos de distância.

    Dessa maneira, seu plano é treinar os jovens para lidar com a tecnologia de ponta, preparando-os para eventuais alterações. Para isso, pretende propor um pacto entre entidades de ensino federais, estaduais e privadas.

    Quanto seu posicionamento político, Félix Ferreira se declara um homem de direita, com visão econômica liberal, esta defende o estado mínimo, isto é, a não intervenção do Estado nos processos sociais e, por isso, acredita que o modelo de gestão privada deve ser levado para a administração pública.

    Além dos aspectos econômicos, o convidado reforça sua preocupação com a estrutura familiar, e em como esta tem sido deixada em segundo plano pelos governos.

    “No momento que entenderem que a família é mais importante, nós estaremos resolvendo um pouco do problema” afirmou.

    Veja a entrevista na íntegra:

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