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    Discursão


    Operação da PF no Amazonas é pauta principal em debates na Aleam

    Os deputados estaduais repercutiram as ações da operação que apura casos de corrupção do Estado

    Os deputados 
incentivaram a continuação das investigações
    Os deputados incentivaram a continuação das investigações | Foto: Divulgação

    Manaus - A operação deflagrada pela Policia Federal em desdobramento da Operação Sangria, que apura casos de corrupção na saúde pública do Estado, foi o assunto principal nos pronunciamentos dos deputados estaduais na Sessão Plenária da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

    A operação desta quinta-feira (08), teve como alvos: Rodrigo Tobias (ex-secretário de Saúde do Amazonas), Dayana Priscila Mejia de Souza (ex-subsecretária de Atenção à Saúde em Manaus), Ronald Gonçalo Caldas Santos (engenheiro clínico), Gutemberg Leão Alencar e o médico Luiz Carlos Avelino Junior.

    O deputado estadual Serafim Corrêa (PSB) iniciou o Pequeno Expediente comentando a operação da PF e lembrando os resultados da CPI da Saúde que abriram caminho para apuração daquilo que estava errado.

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    “O que eu espero é que, a partir de agora, o Governo do Estado tenha responsabilidade de respeitar a Lei do SUS, porque respeitando a lei do SUS o poder público respeita o recurso empregado e as pessoas que dependem da saúde pública. A CPI era vista como algo de quem era oposição ao governo, mas não éramos contra o governo e sim contra aquilo que estava errado”, afirmou.

    Já o delegado Péricles (PSL) por sua vez relacionou a operação com as apurações da CPI da Saúde. “A corrupção mata e isso está mais do que comprovado, ainda mais nesse período de pandemia em que centenas de pessoas morreram”, lembrou.

    Governador do Amazonas

    O Governo do Amazonas informa que está contribuindo com a apuração dos fatos pela Polícia Federal e órgãos de controle e que a ação de busca e apreensão, desencadeada nesta quinta-feira (08/10), envolve, em grande parte, pessoas que já não fazem mais parte da estrutura de Governo, bem como servidores que não atuam como ordenadores de despesas ou tenham poder de decisão na estrutura do Estado ou da investigação em questão. O Governo do Estado reitera que tem atuado de forma transparente e que confia na Justiça.

    *Com informações da assessoria

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