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    Governo estuda criar Ministério da Amazônia para debater preservação

    O deputado federal Átila Lins afirmou que tem sido persistente ao cobrar do presidente a criação do novo ministério

     

    Deputado membro da bancada amazonense afirmou que pediu a criação do ministério ao presidente
    Deputado membro da bancada amazonense afirmou que pediu a criação do ministério ao presidente | Foto: Divulgação

    Brasília - O deputado federal Átila Lins (PP-AM) divulgou, nesta segunda-feira (22), que segue pedindo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a criação do Ministério da Amazônia Legal, com foco no desenvolvimento da região. A informação reforçou a ideia de que Bolsonaro estaria estudando a criação de um novo ministério a ser chefiado pelo general Eduardo Pazuello, que deixou o comando do Ministério da Saúde.

    Átila Lins afirmou que tem insistido na criação do ministério que, segundo o parlamentar, poderá melhorar a imagem brasileira na comunidade internacional no que diz respeito à preservação da região. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar destacou que a pasta centralizaria as ações que garantiriam a preservação e o desenvolvimento da região amazônica.

    "Estou insistindo junto ao presidente Jair Bolsonaro na criação do Ministério da Amazônia Legal, porque entendo que precisamos centralizar em um só órgão todas as ações que precisam ser implementadas para o desenvolvimento da nossa região. Reapresentei proposição legislativa que sugere a criação de um ministério responsável pela Amazônia Legal", disse. 

    Com Pazuello assumindo o cargo no Governo, seu foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal seria mantido, o que se tornou um fator relevante já que o ex-ministro responde a inquérito sobre sua atuação na pandemia.

    Uma das possíveis justificativas para a indicação do militar ao cargo seria sua ligação com a região amazônica, quando assumiu o comando da 12ª Região Militar da Amazônia, o qual teve de deixar quando se tornou titular do Ministério da Saúde.

    Além de manter Pazuello no primeiro escalão do governo, a nova pasta esvaziaria o Conselho da Amazônia. O colegiado é comandado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, que se distanciou de Bolsonaro. Em fevereiro, o presidente admitiu que estudava a possibilidade de criar o Ministério Extraordinário da Amazônia. Segundo ele, a aprovação da autonomia do Banco Central abriria uma vaga na Esplanada.

    O presidente Bolsonaro enfrenta resistências de outros auxiliares de governo. Além do novo ministério, o presidente avalia outros dois cargos para manter Pazuello no governo: o de assessor especial da Presidência ou o de secretário de Assuntos Estratégicos do Planalto.

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