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    Eleição


    Robson Tiradentes vai concorrer à Prefeitura de Coari em nova eleição

    Após confirmação de cassação de Adail Filho, Robson Tiradentes disse que , caso eleito como prefeito de Coari, vai lutar contra a corrupção e desfazer "contratos milionários" realizados pelo poder executivo do município

     

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta quinta-feira (28), manter a cassação do registro de candidatura do prefeito eleito de Coari, Adail Pinheiro Filho (PP)
    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta quinta-feira (28), manter a cassação do registro de candidatura do prefeito eleito de Coari, Adail Pinheiro Filho (PP) | Foto: Divulgação

    Após a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de manter a cassação do registro de candidatura do prefeito eleito de Coari, Adail Pinheiro Filho (PP), o empresário Robson Tiradentes (PSC), que ficou na segunda colocação no pleito municipal de 2020, disse que vai se candidatar à Prefeitura do município. 

    Robson Tiradentes (PSC), obteve 8.754 votos  e obteve 23,90%  do total de votos, enquanto Adail Filho havia sido reeleito com 21.716 votos, o que equivaleu a 59,28%. 

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta quinta-feira (28), manter a cassação do registro de candidatura do prefeito eleito de Coari, Adail Pinheiro Filho (PP). Com isso, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) vai realizar novas eleições no município em 40 dias.

    Segundo Robson Tiradentes, caso eleito como prefeito de Coari, vai lutar contra a corrupção e desfazer "contratos milionários" realizados pelo poder executivo do município. 

    "Sou candidato a prefeito nessa eleição suplementar. Nós fizemos todo um trabalho, mostrando a população que a administração da família Pinheiro é em cima de corrupção. Nossa maior bandeira é lutar contra a corrupção", disse. 

    A decisão de manter a cassação de Adail Filho é do ministro Tarcísio Vieira de Carvalho que julgou os recursos de Adail e do vice-prefeito, Keitton Pinheiro, e concordou com o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) que se manifestou sobre a ilegalidade no fato de integrantes do mesmo núcleo familiar exercerem mandados por mais de duas legislaturas consecutivas.

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