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    Violência


    Deputada constata que idosos do AM sofrem com a violência física

    A parlamentar destacou que até a presente data, a Comissão da Mulher, Família e do Idoso, atendeu 189 idosos que denunciaram algum tipo de violência sofrida, 50% no seio familiar

    A parlamentar destacou que até a presente data, a Comissão da Mulher, Família e do Idoso, atendeu 189 idosos que denunciaram algum tipo de violência sofrida
    A parlamentar destacou que até a presente data, a Comissão da Mulher, Família e do Idoso, atendeu 189 idosos que denunciaram algum tipo de violência sofrida | Foto: Divulgação


    A saúde mental dos idosos em tempos de pandemia foi o tema da Roda de Conversa, realizada pela Comissão da Mulher, Família e Idoso da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), presidida pela deputada professora Therezinha Ruiz (PSDB), na manhã desta sexta-feira (18).

    Representantes públicos e sociais do segmento declaram que, entre os motivos que contribuem para o aumento dos problemas mentais e emocionais dos idosos no Amazonas, estão: as violências física, financeira, estatal e sexual.

    Além disso, há falta de organização de Conselhos dos Idosos nos municípios, restrições de locomoção, necessidade de isolamento social e de uma Casa de Passagem  (que abrigue idosos vítimas de violência comprovada pelas autoridades policiais e judiciais).

    De acordo com a deputada Therezinha Ruiz, a problemática e a necessidade de políticas públicas que proporcionem vida digna e plena aos idosos, só serão superadas, com a união de esforços de representantes públicos, sociais e sociedade em geral.


    “Momentos como esses são fundamentais. Nossos idosos, sobretudo os mais carentes, passam por um momento de extrema dificuldade e temos que colocar em prática o maior número de projetos possíveis, que contemplem esse público com o amor e atenção que eles merecem por toda sua contribuição para com suas famílias e sociedade”, destacou Therezinha Ruiz.

    A parlamentar destacou que até a presente data, a Comissão da Mulher, Família e do Idoso, atendeu 189 idosos que denunciaram algum tipo de violência sofrida, 50% no seio familiar.

    A constatação da Comissão, também foi relatada por representantes de órgãos como a Delegacia Especializada em Crimes contra a Pessoa Idosa, Defensoria Pública do Estado (DPE), Conselho Estadual do Idoso, Secretaria Estadual de Assistência Social (Seas) e demais órgãos presentes no evento.

    Segundo a gerente de atendimento da Delegacia do Idoso, a investigadora Lana Lys, as brigas intra-familiares estão no topo dos problemas reportados nas denúncias que chegam ao conhecimento dos policiais.

    “Nosso trabalho nesse período de pandemia se intensificou, e de fato, é no seio familiar que encontramos os maiores casos de violência contra os idosos”, revelou Lana Lys.

    O defensor público titular da 1ª instância especializada de atendimento ao idoso, Ali Assaad Hamade de Oliveira, comentou que por serem emocionalmente dependentes de seus familiares, os idosos tendem a não denunciarem e nem pedirem ajuda. O que faz com que o maior número de denúncias seja de parentes, amigos e vizinhos.

    *Com informações da assessoria

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