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    Saúde


    Consulta médica domiciliar pode ser opção para evitar aglomeração

    A metodologia garante que o público não fique sem atendimento por um tempo muito prolongado

    A alternativa pode ajudar pacientes em controle, ou que passam por consultas de rotina como idosos
    A alternativa pode ajudar pacientes em controle, ou que passam por consultas de rotina como idosos | Foto: Divulgação

    Manaus - Entidades de saúde como o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Médica Brasileira (AMB), autorizaram, na última semana, o uso da telemedicina e as consultas domiciliares como forma de evitar as aglomerações nos consultórios e  disseminação do Coronavírus (COVID-19), cuja pandemia está acelerada no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    O cirurgião urologista, Prof. Dr. Giuseppe Figliuolo, explica que a medida tende a ajudar pacientes em controle, ou, que passam por consultas de rotina, em especial, os idosos, que estão mais susceptíveis às doenças crônicas como o câncer, por exemplo.

    “Continuamos atendendo os casos mais graves na clínica, como as urgências. Mas os demais, podem contar com a visita domiciliar, que oferece mais comodidade e menos contato com um grande número de pessoas, o que fará com que vírus e bactérias circulem em menor quantidade”, disse o especialista.

    Telemedicina

    Sobre a telemedicina, Figliuolo destacou que a prática, comum em universidades e em alguns núcleos de saúde, assim como em unidades de referência do País, é uma opção interessante para tirar dúvidas. “Funciona como uma consulta, mas sem o contato físico e, caso seja necessário, agendamos uma visita pessoalmente, para melhor avaliar os pacientes”, frisou.

    Ela poderá ocorrer por chamadas de vídeo através de aplicativos variados, como WhatsApp, Skype e Ipok. 

    A metodologia garante que o público não fique sem atendimento por um tempo muito prolongado. “Há pessoas que agendam suas consultas, anualmente, em um período específico, como forma de rotina para prevenção. Já outras, são portadoras de doenças crônicas e estão em tratamento de controle ou acompanhamento, como é o caso dos pacientes com câncer de próstata ou hiperplasia prostática benigna (HPB) e precisam de uma opinião médica de tempos em tempos. Então, é uma forma de prestarmos assistência e mostrarmos que nos importamos com o bem-estar dos nossos pacientes”, assegurou.

    “Nossa maior preocupação está voltada para os pacientes oncológicos em acompanhamento, uma vez que eles fazem parte do grupo de risco para o Coronavírus, por serem imunossuprimidos em função do câncer e, às vezes, do próprio tratamento. Essas precisam redobrar os cuidados”, assegurou o médico.

    Informações sobre os serviços em Manaus podem ser pelos números (92) 98115-2318 e 99255-2949. 


    Com informações da assessoria

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