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    Vacina: menores de 18 anos não poderão tomar CoronaVac

    Imunizante é o produzido pela empresa chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan, do Brasil

    informação foi explicada pelo Instituto Butantan, no Twitter | Foto: © Divulgação/Governo de São Paulo

    Manaus - Nesta quinta-feira (7), uma das principais notícias do dia foi a certificação de eficácia da vacina contra o novo coronavírus produzida pela empresa chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan. A vacina tem 78% de resposta positiva para evitar casos leves da Covid-19 e 100% nos graves. No entanto, além disso, um detalhe importante também foi informado. Menores de 18 anos não poderão tomar a vacina, por enquanto.

    A observação foi feita pelo Instituto Butantan no Twitter, após um usuário da rede questionar o órgão sobre alguma possível restrição a menores de 18 anos.

    "Como menores de 18 anos e lactantes não foram testados neste estudo clínico, não se recomenda a esses grupos tomar a vacina contra a Covid-19. A inclusão dessas faixas específicas ainda está em análise para uma provável etapa posterior. O momento é de concentrar os esforços para iniciar o mais rápido possível a imunização dos brasileiros", escreveu a conta do Instituto, na plataforma. 

    Na postagem abaixo, o Instituto explicou ainda que o próximo passo da vacina é a autorização para uso emergencial. 

    Quem deve tomar a vacina primeiro

    o Instituto Butantan faz parte da estrutura do governo do estado de  São Paulo. De acordo com o  Programa Estadual de Imunização daquela unidade federativa, a prioridade de vacinação é a seguinte:

    - Trabalhadores de saúde, indígenas e quilombolas em São Paulo (25 de janeiro);

    - Pessoas acima de 75 anos (a partir de 8 de fevereiro);

    - Pessoas de 70 a 74 anos (a partir de 15 de fevereiro);

    - Pessoas de 65 e 69 anos (a partir de 22 de fevereiro);

    - Pessoas de 60 a 64 anos (a partir de 1º de março).

    Coronavírus em jovens

    Embora seja de conhecimento público que a Covid-19 se mostra menos letal em jovens, óbitos são registrados todos os dias. Além disso, a doença não escolhe faixa etária para se espalhar.

    O último boletim epidemiológico produzido pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) ajuda a entender como a doença atinge crianças e adolescentes. A sigla explica que, nas duas primeiras semanas de novembro, foram registrados 1,7 mil casos de Covid-19, no Estado.

    Deste número de infecções, 6,3% eram meninas de 10 a 19 anos, enquanto 7,3% eram de meninos na mesma faixa etária. Dos óbitos registrados no mesmo período (1 a 14 de novembro), 2,9% eram de meninas entre 10 e 19 anos, e 1,2% meninos da mesma idade. 

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